Inteligência e Testes de QI
     
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O apoio psico-educativo a alunos com altas habilidades PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Antunes, Ana Maria Pereira   
Quarta, 26 Janeiro 2011 13:22

A temática da sobredotação integra algumas incertezas e ambiguidades. Apesar dos alunos sobredotados e talentosos terem direito a uma educação diferenciada, não costumam ser alvo de atenção especial por parte do sistema escolar e dos intervenientes educativos. Ao longo desta dissertação procuramos analisar e reflectir sobre esta problemática, incluindo uma componente mais teórica e outra mais empírica. Na componente teórica, abordamos o conceito de sobredotação e alguns dos modelos explicativos, acompanhando a sua evolução e o estado actual da arte. Reiteramos a articulação entre a identificação e a definição de sobredotação, discutindo as fases necessárias à identificação dos alunos (sinalização e avaliação) e apresentando algumas propostas concretas sugeridas para este processo. Tomando as práticas educativas destacamos a aceleração, o agrupamento e o enriquecimento como as principais medidas educativas adoptadas com os alunos sobredotados e talentosos, analisando os dados da investigação sobre cada uma delas e defendendo a sua complementaridade assente na diferenciação curricular. Na componente empírica começamos por apresentar o contributo do nosso trabalho para o estudo psicométrico de provas psicológicas relacionadas com a categorização de informação (Formar Conjuntos - Palavras e Formar Conjuntos - Números e Símbolos) e a criatividade (quatro sub-testes do Teste de Pensamento Criativo de Torrance).

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Alunos sobredotados : a aceleração escolar como resposta educativa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Oliveira, Ema Patrícia de Lima   
Quarta, 26 Janeiro 2011 12:56

A educação dos alunos sobredotados tem justificado uma preocupação crescente por parte dos políticos e dos profissionais da educação, assim como dos investigadores nos domínios da Turma), Escala de Auto-Conceito para Crianças e Préadolescentes de Susan Harter ( Self-Perception Profile for Children), e uma entrevista semi-estruturada aos pais. Os resultados obtidos apontam para diferenças estatisticamente significativas a favor dos alunos acelerados nas provas psicológicas aplicadas e nas percepções das suas habilidades cognitivas e académicas por parte dos professores.

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Predição do rendimento académico no final do ensino secundário na base dos testes de QI na infância PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Pereira, Marcelino; Almeida, Leandro S.   
Quarta, 26 Janeiro 2011 12:49

A relação entre inteligência e rendimento escolar é normalmente assumida na psicologia da educação, mantendo-se tais coeficientes de correlação estatisticamente significativos mesmo em níveis académicos mais avançados. Esta correlação, interpretada no sentido de um efectivo impacto das capacidades intelectuais no desempenho escolar futuro, justifica aliás a utilização dos testes de inteligência nalgumas situações da prática psicológica.

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Optimum Intelligence: My Experience as a Too Gifted Adult... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Carolyn K.   
Quarta, 26 Janeiro 2011 12:18

The original post asked, "In the book, Guiding the Gifted Child, by Webb, Meckstroth, and Stephanie Tolan, the authors suggest that there is such a thing as optimum intelligence. They state that this "OI" is between 125 and 145 IQ and that most of our "cultural leaders" probably have IQ's in that range, They are thinking that IQ's above that range probably alienate that person from his peer group / society."

One response assumed, "... by the time a person becomes an adult, he or she understands about different types of giftedness & has learned to make friendships without discrimination. I disagree with the assumption that society rejects extremely gifted individuals. Many gifted adults reject society long before society is ever given a chance to make amends for their childhood!"

I disagree...

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Inteligência artificial popperiana PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Schuler, Joao Paulo Schwarz   
Quarta, 26 Janeiro 2011 09:28

A inteligência tem sido estudada como fruto de evolução biológica. Nas últimas centenas de milhões de anos, a inteligência tem evoluído juntamente com a biologia. Essa conclusão pode ser obtida ao analisar o comportamento das criaturas que emergiram assim como a sua capacidade de armazenar e processar informação. A evolução gerou criaturas possuidoras de cérebros com grande poder de adaptação. Partindo-se do pressuposto que a inteligência humana é resultado de um processo evolutivo paulatino que ocorreu ao longo de milhões de anos, faz sentido tentar repetir os mesmos passos dados ao longo da evolução da inteligência artificialmente. A evolução oferece uma rota que vai desde tipos de mentes simples até tipos de mentes mais complexas apresentando um caminho de características e capacidades que evoluíram ao longo do tempo. No presente trabalho, acredita-se que esse caminho seguido pela evolução é uma boa fonte de inspiração para a geração de inteligência artificial. De acordo com Dennett, um tipo de mente que apareceu ao longo da evolução é a mente popperiana que aprende as regras do ambiente e tem a capacidade de imaginar ou planejar estados futuros permitindo que ela se adapte com facilidade a novas e inesperadas situações. Sendo assim, modela-se e implementa-se um agente popperiano capaz de aprender as regras do seu ambiente e planejar ações futuras baseando-se no seu aprendizado. Por fim, são implementados dois protótipos de agentes popperianos para resolver problemas distintos e observa-se a capacidade dos agentes popperianos em se adaptar às condições do seu meio para alcançar seus objetivos.

Fonte: http://hdl.handle.net/10183/5901

Clique aqui para ler "Inteligência artificial popperiana"

 
INTELIGÊNCIA, ESCOLARIZAÇÃO E IDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Almeida, Leandro S.   
Quarta, 26 Janeiro 2011 09:12

Ainda que haja controvérsias com a definição e a medida da inteligência (número e estrutura da organização), as investigações apontam que o desenvolvimento cognitivo está associado com a idade e a escolaridade, embora não se saiba exatamente qual a influência única de cada uma dessas variáveis. Da resposta a esta pergunta decorre uma implicação prática no tipo de normas que os testes de inteligência apresentam na infância e na adolescência. Neste estudo analisaramse os dados de uma amostra representativa de alunos portugueses (7a e a 9ª série) na Bateria de Provas de Raciocínio sugerindo-se que a série escolar tem um maior impacto no desempenho, ao mesmo tempo que o impacto da idade não é linear Assim, parece mais adequado tomar a série escolar que a idade dos alunos na fase da adolescência na elaboração de normas de grupo em testes de inteligência.

Fonte: http://hdl.handle.net/10174/1811

Clique aqui para ler "INTELIGÊNCIA, ESCOLARIZAÇÃO E IDADE: NORMAS POR IDADE OU SÉRIE ESCOLAR?"

 
Medir a inteligência da emoção PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Barata, Fernanda de Fátima de Matos Sobral Mendes   
Quarta, 26 Janeiro 2011 09:07

Medir a inteligência da emoção: Uma operacionalização empírica da inteligência emocional.

Fonte: http://repositorio.ispa.pt/handle/10400.12/341

Clique aqui para ler "Medir a inteligência da emoção: Uma operacionalização empírica da inteligência emocional."

 
Quociente de Inteligência e Aquisição de Leitura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Ana Cláudia Bortolozzi Maia   
Terça, 17 Agosto 2010 10:27

O estudo foi desenvolvido para investigar a relação entre QI, medido pelo teste de inteligência WISC, e a aquisição de leitura de palavras simples. Cinqüenta e seis alunos, de ambos os sexos, de 7 a 15 anos, do Ciclo Básico de alfabetização de uma escola pública, foram avaliados em leitura e no WISC, no início e no final do ano letivo. Os alunos, em geral, apresentaram níveis aumentados de QI e de aquisição de leitura na segunda avaliação, entretanto, sem correlação entre essas variáveis; o QI mostrou-se ineficiente para prever sucesso ou fracasso na aquisição de leitura. Os dados sugerem a necessidade de mais investigações sobre o uso de testes de inteligência na avaliação psicológica, no contexto educacional.

Anexo(s)
 QI e Leitura[ ]184 Kb
 
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